
A Olyne
Meu nome é Cynthia Olguin.
Sou engenheira de formação, mas sempre fui uma alma criativa.
Aos 4 anos, fui operada do coração.
Não tenho memória da cirurgia. Mas cresci sabendo que havia uma cicatriz no peito e que ela fazia parte de quem eu sou.
Em 2022, antes de completar 29 anos, precisei fazer tudo de novo. Peito aberto, válvula metálica, recuperação longa. O tipo de experiência que te faz pensar com mais clareza sobre o que você quer da vida.
Me recuperei.
E no ano seguinte, engravidei do Matteo.
Quando comecei a montar o enxoval, procurei uma bolsa que fosse comigo nessa fase. Não uma bolsa de mãe. Uma bolsa minha, que também coubesse tudo que o Matteo precisava.
Não encontrei.
Encontrei opções funcionais demais, descartáveis demais, que eu usaria por alguns meses e depois guardaria no fundo do armário. Nenhuma era uma peça que valesse o investimento. Nenhuma parecia eu.
Então peguei o meu iPad e comecei a desenhar.
A bolsa que desenhei naquele dia virou a Elo. E a Elo virou a Olyne.
Criei a Olyne porque sempre sonhei em ter algo meu. Algo que eu criasse. A engenharia nunca me fez sentir isso. O design, sim.
A Olyne existe para a mulher que não quer abrir mão de quem ela é. Que carrega muito, dentro e fora da bolsa. Que quer algo bonito, funcional e que dure. Que melhora com o uso. Que fica mais dela com o tempo.

Design com propósito
Cada peça foi pensada com intenção. Com espaço para o que você precisa e cuidado com o que você não quer perder.
Porque existe algo que permanece, independente do que muda.
Você.
E tudo o que faz você ser quem é.
A Olyne existe para acompanhar.
Não por uma fase. Por quanto tempo você quiser.
